Clinica Paciornik - História da Vacina
   
     
 
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Vacinas Da Rede Particular Que Substitui As Da Rede Pública

VACINAS

SUBSTITUI

VANTAGENS

Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela

( Tetra Viral)

- A partir de 1 ano

- TRIPLICE VIRAL (Sarampo, Caxumba, Rubéola )

 

Varicela não tem;

Menor indice de reações

A criança recebe uma proteção contra 4 tipos de doenças numa só aplicação.

Difteria, Tetano e Coqueluche, haemophilus Influenza, Poliomielite(Salk*)

( Infanrix Penta)

- Administrada com 2 e 4 meses

- TETRA VALENTE

(Difteria, Tetano e Coqueluche)

Hib (haemophilus Influenza

 

- POLIOMIELITE/ SABIN** ( Paralisia Infantil)

 

Menor indice de reações

A criança recebe uma proteção contra 5 tipos de doenças numa só aplicação

Difteria, Tetano e Coqueluche, haemophilus Influenza, Poliomielite(Salk*), hepatite B

( Infanrix hexa)

- Administrada no 6º mês no lugar da PENTAVALENTE.

- TETRA VALENTE

(Difteria, Tetano e Coqueluche)

Hib (haemophilus Influenza

 

        -POLIOMIELITE/ SABIN** ( Paralisia Infantil)

        - HEPATITE B

Menor indice de reações

A criança recebe uma proteção contra 6 tipos de doenças numa só aplicação.

HEPATITE A

 

HEPATITE A + B

 

A partir de 1 ano

- NÃO TEM

 

- HEPATITE B

Menor indice de reações

O adulto recebe uma proteção contra 2 tipos de doenças numa só aplicação.

 

DTPa

(Difteria, Tetano e Coqueluche) Acelulares – feita com a membrana.

A partir 4 ano – REFORÇO

 

DTP(Difteria, Tetanos, Coqueluche)

(Com Bacilo inteiro)

Menor indice de reações

A criança recebe uma proteção contra 3 tipos de doenças numa só aplicação.

 

VACINA SALK*

(contra poliomielite virus morto)

- a partir de 2 meses

SABIN**

( pode causar poliomielite vacinal)

Menor indice de reações

 

DTPa + POLIOMIELITE tipo I, II, II (Inativada) – Adacel

 

 

A partir de 3 anos;

Não recomendada para gestantes.

DTP (Difteria, Tetanos, Coqueluche)

(Com Bacilo inteiro)

Menor indice de reações

A criança recebe uma proteção contra 4 tipos de doenças numa só aplicação.

Esta vacina pode ser aplicada em adultos para a prevenção da Poliomielite.

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Como funciona a vacina

Entenda como um líquido pode proteger seu corpo, às vezes por toda a vida

Logo após ser aplicada, a vacina atinge a corrente sangüínea. Lá o vírus ou a bactéria — seja morto, vivo ou representado apenas por um pedaço do seu material genético — chamará a atenção das células de defesa, que produzirão um anticorpo contra o invasor.
Depois de liquidar o falso inimigo, as células defensoras memorizam seu perfil e ainda ensinam outras integrantes do sistema imunológico a atacá-lo.
Dessa maneira, se o organismo entrar em contato com o legítimo vírus ou bactéria, já terá todo o esquema armado para reconhecê-lo depressa. Quando corre o risco de se esquecer da estratégia, doses de reforço servem de treinamento.

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Vacinas e Profissões

Nos dias de hoje em que a competitividade está mais acirrada, as faltas ao trabalho (absentismo) por motivo de saúde prejudicam o rendimento das empresas. “Um colaborador saudável, motivado e de bem com a vida, melhora a produtividade da empresa”, avalia Willian Furtado, superintendente do Shopping Cidade, que ofereceu a vacina contra a gripe pelo segundo ano consecutivo aos funcionários.
Os resultados surpreenderam, as faltas diminuíram e o atendimento das 400 mil pessoas que visitam o shopping ao mês não foi prejudicado.

A Organização Mundial da Saúde estima que 10 a 20% da população mundial tenham pelo menos um episódio de gripe a cada ano, por isso o custo- benefício das vacinas compensa, pois além das faltas, diminui a necessidade de visitas médicas. Com efeito, a vacinação dos funcionários de empresas contra a gripe, o tétano e as hepatites A e B tem sido alvo de grande interesse nos últimos anos.

No calendário de vacinação ocupacional, essas vacinas são indicadas para profissionais da área de saúde; esteticistas, manicures e pedicures; do ramo de bares e restaurantes, como cozinheiros e garçons; profissionais de aviação e turismo, entre outros. A vacinação contra hepatites A e B é importante para quem trabalha com saúde e alimentação das pessoas, por serem transmissíveis, pela manipulação de alimentos.

 
Vacinação para o viajante

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Com a facilidade de viagens aéreas, as pessoas tem acesso a todos os lugares do planeta. Com isso estão vulneráveis a doenças que não são usuais em sua terra natal. O importante é saber do que se prevenir.

 

Os países no intuito de evitar epidemias, tornaram as vacinas obrigatórias. O Centro de Vacinação Paciornik orienta sobre as vacinas que são necessárias para o viajante, de acordo com o roteiro de viagem. É o caso do arquiteto João suplici, que representou o Brasil na Bienal Ibero-americana de Arquitetura em Bogotá, ele foi orientado a vacinar-se contra rubéola, sarampo e verificar a validade de sua vacina de febre amarela.
Se não tivesse feito, não poderia entrar no país.

 

VACINA VIAJANTES

ESQUEMA

FEBRE AMARELA

 > De 9 meses com reforço a cada 10 anos.

Obs.: a mesma deve ser administrada 10 dias antes da pessoa viajar.

FEBRE TIFÓIDE

> De 2 anos com reforço a cada 3 anos.

Obs.: a mesma deve ser administrada 15 dias antes da pessoa viajar.

CÓLERA/

DIARREIA DO VIAJANTE

De 2 anos a 6 anos: esquema de 3 doses com intervalo de 1 semana

> de 6 anos: esquema de 2 doses com intervalo de 1 semana.

Reforço em adultos após 2 anos

Reforço em crianças de 2 a 6 anos após 6 meses

Obs.: caso ocorra um intervalo superior a 1 semana entre uma dose e a outra deverá ser iniciado novamente o esquema de vacinação e desconsiderar a primeira dose.

HEPATITE A

> de 1 anos: 1ª dose data de escolha

Reforço: 6 meses após a 1ª dose.

HEPATITE B

1ª dose: ao nascer / ou data a escolher

2ª doses: 30dias após

3ª dose: 6 meses após a 1ª dose.

HEPATITE A + B

1ª dose: ao nascer / ou data a escolher

2ª doses: 30dias após

3ª dose: 6 meses após a 1ª dose.

TRIPLICE VIRAL (Sarampo, Caxumba, Rubéola )

1ª dose: 12 meses

2ª doses: 4 a 6 anos

adulto: só é aplicado caso não tenha tomado na infância, ou não se recorde.

RAIVA

1ª dose: data de escolha

2ª dose: 7 dias após a 1ª

3ª dose: 14 a 21 dias após a 2ª dose.

MENINGITE ACWY - MENVEO

> de 11 anos não à necessidade de reforço.

A mesma deve ser aplicada 15 dias antes da viajem.

 

DTPac+Salk                                                                                             

Difteria, Tétano, Coqueluche, Salk

> de 3 anos com reforço a cada 10 anos

A mesma deve ser aplicada 15 dias antes da viajem. Ela não está indicada para uso na imunização primária em crianças menores de 6 anos.

 

 

 

 Vacinas previnem doenças para quem viaja

 

Reserva do hotel, cálculo das despesas e compra com bastante antecedência das passagens são os principais motivos de preocupação para quem se programa para viajar nas férias ou no Carnaval. Quem escolhe alguns roteiros no Brasil e no exterior tem que pensar em mais um detalhe: checar se o cartão de vacinas está em dia, principalmente nas doses contra sarampo e febre amarela.

A febre amarela ataca com mais freqüência pessoas que praticam o turismo rural. Isso acontece devido à transmissão por meio da picada de mosquito. Trilhas no mato, visitas a cachoeiras e viagens de barco pela região Amazônica oferecem maior perigo de contaminação. "Na região Amazônica também existe o risco da transmissão da malária -, lembra o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Expedito Luna. "Como não há vacina contra a doença, o ministério alerta para o uso de roupas de manga comprida e repelente como forma de prevenção nessa área", acrescenta.

Os brasileiros com viagem marcada para fora do País têm que tomar a vacina contra o vírus do sarampo. O controle da doença existe no Brasil há mais de trinta anos. Desde 2000 não há transmissão autóctone do sarampo em território brasileiro, ou seja, todos os quatro casos de sarampo confirmados no país neste período foram importados de países que não adotam uma política intensiva de controle como o Brasil e os demais países das Américas. Países como Japão, Alemanha e Itália não contam com a mesma política de controle do sarampo, o que aumenta o risco de contrair a doença nesses lugares. "Em 1997, o Brasil sofreu uma epidemia de sarampo provocada pela vinda de pessoas contaminadas da Europa", recorda Expedito Luna.

Qualquer pessoa pode se vacinar contra sarampo e febre amarela, em qualquer posto de saúde do País ou ou em todos os postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) particulares e em aeroportos  que tiverem este atendimento. A vacina contra o sarampo atualmente administrada é a dupla ou tríplice viral (que também protege contra a rubéola e a caxumba, respectivamente) As únicas contra-indicações a esta vacina são alergia grave a ovo de galinha, gravidez e uso prévio de gamaglobulina nos três meses anteriores à data da vacinação. Expedito Luna assinala que os brasileiros que receberam a vacina contra sarampo podem viajar tranqüilos para os países de alto risco de transmissão. - O Brasil tem a obrigação de fiscalizar o turismo interno para garantir o controle de doenças, mas não existem mecanismos para obrigar a vacinação -, afirma Expedito Luna. Ele afirma que o trabalho de imunização e controle de doenças infecciosas resulta de um forte trabalho de conscientização da população.

 

Doenças como a  febre amarela é infecciosa, causada pelo vírus amarílico. Ataca o fígado e os rins e pode levar à morte. Existem dois tipos diferentes de febre amarela: a urbana e a silvestre. A principal diferença é que nas cidades, o transmissor da doença é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue.

Nas matas, a febre amarela ocorre em macacos e os principais transmissores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Os insetos picam preferencialmente esses primatas. Os mosquitos transmissores vivem também nas vegetações à beira dos rios. Primeiro picam o macaco doente e depois o homem. - É importante ressaltar que a febre amarela silvestre só atinge humanos ocasionalmente. São os macacos os principais hospedeiros -, destaca Expedito Luna. - Os mosquitos transmissores picam os homens que invadem o habitat dos macacos - , acrescenta.

 

 

O sarampo é transmitido pelo vírus morbillivírus por meio de gotículas de secreção respiratória. O vírus também consegue disseminar a doença pelo ar. Confirma-se o diagnóstico do sarampo por meio de exame de sangue. Na presença de qualquer um dos sintomas citados acima deve-se imediatamente procurar um serviço de saúde, que tomará as providências para o esclarecimento diagnóstico e adotará as medidas cabíveis.

 

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=21618

 

Ministério da Saude